terça-feira, 24 de agosto de 2010

Oração pela família Rowe.

Um problema antigo volta a assombrar a familia Rowe, a leucemia.
Recebi um e-mail do próprio Steve Rowe falando que sua mãe foi detectada com cancêr no sangue, o mesmo problema que o antingiu alguns anos atrás.
Vamos fazer uma corrente de oração por esta vida. Avise seus amigos e pessoas que gostam da banda.

Deus os abençõe.

Att.

Márllon Matos
segunda-feira, 23 de agosto de 2010

[Tablatura] Scrolls of Megilloth

http://userserve-ak.last.fm/serve/_/133246/Mortification.jpg

After the organ plays for a while guitar1 comes in with Riff a:
Riff a
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|---|-----------------------|------------------------|x4
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|-22|1111111111111111115555-|-4444444444444433332222-|
1time

Riff a
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|-----------------------|------------------------|
|-----------------------|------------------------|x4
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|1111111111111111115555-|-4444444444444433332222-|
Guidance of our intimacy
Holy love is what I see
Direction from the book of life
Song of songs in the Megilloth

Riff b (chorus)
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|-------------------------|------------------------|x2 (2nd time
|-------------------------|------------------------|with words)
|-------------------------|-------------3-3-2-2----|
|-6-666666666-3-333333333-|-2-222222222-1-1-0-0----|
Existence of admiration Man's part of God's creation

Scrolls of the Megilloth
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|---------------2-|
|---------------2-|
|--333322221111-0-|

Scrolls of the Megilloth
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|--33332222111111--|

Riff a
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|-----------------------|------------------------|x6
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|1111111111111111115555-|-4444444444444433332222-|
David's geneology
A female friend is she
Ruth is a book of love
To overcome difficulties

Riff b (chorus)
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|-------------------------|------------------------|
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|-------------------------|-------------3-3-2-2----|
|-6-666666666-3-333333333-|-2-222222222-1-1-0-0----|
Boaz, symbolic of Christ Redeeming His holy Church

Scrolls of the Megilloth
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|---------------2-|
|---------------2-|
|--333322221111-0-|

Scrolls of the Megilloth
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|--333322221111----|

Riff c
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|-------|--------|------------|-----|--------|----------|
|-------|--------|------------|-----|--------|----------|
|---2---|-2-2--3-|-3--5-5-5-5-|--2--|-2-2--3-|-6-7--6-7-|x4
|---2---|-2-2--3-|-3--5-5-5-5-|--2--|-2-2--3-|-6-7--6-7-|
|---0---|-0-0--1-|-1--3-3-3-3-|--0--|-0-0--1-|-4-5--4-5-|
Esther, victory of morals over conniving racist king
Sovereignty and geat courage Protection of God's people

Riff a
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|-----------------------|------------------------|x8
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|1111111111111111115555-|-4444444444444433332222-|
Taken to captivity
A sense of tragedy
Jerimiah's lamentation
Grieving for his nation

Riff b (chorus)
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|-------------------------|------------------------|x2
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|-------------------------|-------------3-3-2-2----|
|-6-666666666-3-333333333-|-2-222222222-1-1-0-0----|
Destruction is a logical result of defying God

Scrolls of the Megilloth
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|---------------2-|
|---------------2-|
|--333322221111-0-|

Scrolls of the Megilloth
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|--33332222111111--|

Riff a
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|-----------------------|------------------------|x6
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|1111111111111111115555-|-4444444444444433332222-|
A book of philosophy
Frustration absurdity
Everything has a season
Purposed under Heaven

Riff b (chorus)
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|-------------------------|------------------------|
|-------------------------|------------------------|x2
|-------------------------|-------------3-3-2-2----|
|-6-666666666-3-333333333-|-2-222222222-1-1-0-0----|
Ecclesiastes, Soloman's searching Just like your life

Scrolls of the Megilloth
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|---------------2-|
|---------------2-|
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Scrolls of the Megilloth
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Riff c
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|-------|--------|------------|-----|--------|----------|
|-------|--------|------------|-----|--------|----------|
|---2---|-2-2--3-|-3--5-5-5-5-|--2--|-2-2--3-|-6-7--6-7-|x2
|---2---|-2-2--3-|-3--5-5-5-5-|--2--|-2-2--3-|-6-7--6-7-|
|---0---|-0-0--1-|-1--3-3-3-3-|--0--|-0-0--1-|-4-5--4-5-|

Riff a
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|-22|1111111111111111115555-|-4444444444444433332222-|
1time

Ending
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|-----------------------------|---------55555544444444333333|
|------------55554444444443333|111111111--------------------|
|-11111111111-----------------|-----------------------------|
|-----------------------------|-----------------------------|

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|-1111-------------|--------------------------------|
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[Review] Mortification - The Evil Addiction Destroying Machine (2009)

Imagem

Motivo de piada para uns, motivo de orgulho para outros, é certo que Steve Rowe passou por cima de todo e qualquer tipo de preconceito ao elevar seu Mortification ao nível de uma das mais respeitadas bandas de Heavy Metal cristão do underground. Agora, contando com o retorno do baterista Adam Zaffareze (The Greeting Method), que havia tocado no disco "The Silver Cord Is Severed" (01) e com o guitarrista Michael Jelinic, o grupo está liberando o 13º álbum de uma carreira que está completando sua segunda década.

(Fonte: Whiplash!)

Aqueles que tiveram contato com sua música sabem que, desde o início de sua trajetória a linha musical transmutou-se do Death / Gore ao adotar o Thrash Metal, Groove e até elementos de Punk. E "The Evil Addiction Destroying Machine" mostra que os australianos continuam se reciclando e experimentando, tendo como conseqüência direta a redução da distorção de sua música.

O Mortification segue com Heavy / Punk de arranjos mais cadenciados, muitas vezes tão simples que acabam se tornando, porque não dizer, genéricos. Mas, como foi dito, o pessoal experimentou bastante coisa por aqui e, ao lado destas passagens mais simples o ouvinte encontrará algumas poucas ocasiões mais complexas, tímidos blastbeats e riffs mais extremos. E, seguindo a tendência, nada das antigas e famosas vocalizações guturais... Rowe parece tê-las banido ao fazer uso de sóbrias linhas gritadas.

Tudo é tão básico que não são muitas as canções que encontram real brilho, talvez "Pilots Hanging From Shoulder Dust" e "Alexander The Metalworker" sejam mais satisfatórias em sua proposta. Vale citar também a requintada faixa "Resurrection Band", que encerra a audição como uma homenagem ao dinossauro Rez Band (também conhecido como Resurrection Band), banda cristã de rock clássico que foi uma das razões por Steve Rowe seguir essa carreira no início da década de 1980.

Um álbum pouco mais do que acima da média em se tratando do Mortification. É natural que, por não se prender a um estilo ao longo de sua discografia, o público não saiba o que esperar ao anúncio de cada lançamento... E "The Evil Addiction Destroying Machine" está aí para justificar essa insegurança e, naturalmente, fornecer mais munição aos eternos depreciadores continuarem detonando o Mortification.

Contato:
http://www.roweproductions.com

Formação:
Steve Rowe - voz e baixo
Michael Jelinic - guitarra
Adam Zaffarese - bateria

Mortification - The Evil Addiction Destroying Machine
(2009 / Rowe Productions - importado)

01. The Evil Addiction Destroying Machine
02. A Sense Of Eternity
03. Elasticised Outrage
04. Pushing The Envelope Of The Red Sonrise
05. I´m Not Confused
06. The Master Of Reinvention
07. Pilots Hanging From Shoulder Dust
08. One Man With Courage Makes A Majority
09. Alexander The Metalworker
10. Resurrection Band (A Tribute To Rez)

[Review] Mortification - Brain Cleaner

http://ro.foto.radikal.ru/0709/5a/58d579eff7ef.jpg
A própria existência de “Brain Cleaner” é motivo de exaltação. Para todos que conhecem a história do Mortification, e para os que virão a conhecer, o trabalho aqui apresentado é assustadoramente surpreendente. Algo que nunca me canso de dizer, ratificar e admirar é a persistência de Steve Rowe. Este respeitado baixista e vocalista foi diagnosticado portador de Leucemia Linfática há 14 anos atrás, esteve à beira da morte (os médicos chegaram a lhe dar apenas mais duas horas de vida), passou por um transplante de medula, e, mesmo após isso, continuou lançando álbuns e fazendo turnês ao redor do mundo, sem contar a gravadora “Rowe Productions” que também permaneceu como forte ponto de apoio para a cena underground. Mesmo com o transplante, o estado de saúde de Rowe nunca foi estável, e por diversas vezes ele passou por sérias crises que ameaçaram sua vida.

(Fonte: Whiplash!)

Com tais problemas, seu vocal teve que se adequar a sua situação e abandonar os esplêndidos guturais de outrora. Teve. Lembro-me de minha cara embasbacada quando ouvi “Too Much Pain”, a primeira música liberada oficialmente no início do ano passado, e pensei: “como?”. Até hoje não consigo responder esta pergunta, e menos ainda após ouvir o álbum por completo. E não foi só o vocal que mudou.

Musicalmente, “Brain Cleaner” é o trabalho mais “tradicional” – ou seja, fiel às raízes da música extrema e ao estilo que consagrou a banda, thrash/death/grind – desde “Primitive Rhythm Machine” de 1995. E é inacreditável ouvir coisas como “Boa Constrictor”, a primeira faixa, que nos lembra até o Death de “Scream Bloody Gore”. Excelente composição da acertada mistura entre thrash/death/hardcore, ou seja, tudo que os fundadores da cena praticavam.

“Purest Intent” tem um solo de guitarra de verdade, sabe, so-lo de gui-tar-ra na música extrema? Não são apenas barulhinhos desconexos executados na velocidade da luz, como se tornou comum nos expoentes do chamado “death brutal”. Mas um solo executado por dedos habilidosos, audível e harmonicamente agradável. E a quantidade de solos, sempre ótimos, é bem acima do esperado e diferencia o material.

A estrutura das músicas é predominantemente simples, o que, longe de ser um problema, é uma qualidade imensurável. Compor coisas cheias de mudança de andamento, entrecortada por riffs ultrasônicos, bateria incessante e vocais “possessos” é fácil, assim como escrever um texto cheio de palavras difíceis também o é, mas e o sentido? Fazer o “simples”, como prova o AC/DC, por exemplo, é incrivelmente difícil. E na música pretensiosamente “veloz”, “complexa” e “intrincada”, muitas vezes perde-se o peso, a habilidade, a melodia, a harmonia, a empatia e a razão. Ou seja, perde-se quase tudo que caracteriza a música como a coisa especial que é. E isto não ocorre com o Mortification.

Sobretudo, percebe-se que as composições guiam-se por uma espécie de duelo entre o baixo de Rowe e a guitarra de Mike Jelinic, com os devidos momentos para o show de cada um e se juntando para criar sonoridades coesas e intensas – e a bateria de Mike Forsberg, se não é diferenciada, atua com propriedade dentro da proposta sonora. Uma nova formação no estilo power trio que funcionou muito bem.

Enquanto “12 men” e “E.D.” são puramente grindcore, a seqüência de “Brain Cleaner”, “I’m Not Your Commodity”, “The Flu Vírus” e “Living Like a Zombie” destróem com qualquer tentativa de classificação. Nos lembrando do que disse o mestre Chuck Shuldiner: "tire todos os rótulos e deixe apenas Metal". É metal purinho o que estas faixas nos trazem, não se restringindo a uma cena específica, principalmente em virtude das guitarras de Jelinic, polivalentes, limpas e trabalhadas, de timbres adequados e pegadas valorosas. “Louder Than The Devil” apenas ratifica o que foi dito aqui, salientando as influências de Napalm Death.

Acima de tudo, "Brain Cleaner" é um trabalho composto por alguém que, com 20 anos de estrada, não precisa (não quer, e nem pensa em) provar nada a ninguém. Nem que é mais rápido, mais brutal ou mais gore. E, mesmo não compactuando com as convicções religiosas de Steve Rowe, não posso deixar de parabenizá-lo por se afastar desse mundinho asqueroso e infantil (e bota infantil nisso!) que grande parte da cena extrema se transformou.

Talvez seja precipitado afirmar isso, mas “Brain Cleaner” firma-se, desde já, ao lado de “Scrolls Of The Meggiloth”, como meus dois preferidos álbuns do Mortification. Independente de preferências momentâneas, é um tratado de altíssima qualidade musical. Compre. E prepare-se, pois o novo já está a caminho.

Formação:
Steve Rowe (Vocal/Baixo)
Mike Jelinic (Guitarra)
Mike Forsberg (Bateria)


[Video] Mortification - Scrolls of Megilloth LEGENDADO



Tradução: Pergaminhos de Megilloth

Orientação do nosso íntimo.
Amor santo é o que eu vejo
Direção pelo livro da vida.
Cânticos de Salomão no Meigilloth

A existência da adimiração.
A parte do homem na criação de Deus
Pergaminhos do Megilloth
Pergaminhos do Megilloth

Da genealogia de Davi
Uma amiga ela é
Rute é um livro de amor
Para vencer dificuldades
Boaz, simbolo de Cristo
Libertando Sua Santa Igreja

Ester, vitória da moral
Conspirando contra um rei racista
Soberanamente e com grande coragem
Proteção do povo de Deus

Levados cativos
Sensação de tragédia
Lamentações de Jeremias
Preocupado pela sua nação
Destruição é o resultado lógico
de desafiar Deus

Um livro de filosofia
Frustração absurda
Tudo tem seu tempo
Determinado debaixo do Céu
Eclesiastes, a procura de Salomão
exatamente como na sua vida.

[Video] Mortification - Brutal Warfare LEGENDADO



Vídeo extraído do DVD "Live Planetarium". A música faz parte do 1º álbum da banda, "Break the Curse" e é considerado pelos fãs (incluso este que vos escreve) uma das melhores músicas do Mortification. Letra forte e direta.

[Review] Mortification - Scrolls of Megilloth


E como as coisas de Deus não são limitadas, o Metal Cristão também não o é. Se lá pelos anos 80 a comunidade cristã começava a diminuir os ataques ao gênero, inclusive com igrejas (caso do Pastor Bob que abrigaram bandas de White Metal), Steve Rowe chegou para causar, mostrando que o metal tem várias vertentes, e que o White Metal nada mais é do que um conjunto de todos esses subgêneros. Ao lado de Cameron Hall (guitarra) e Jayson Sherlock, seus parceiros da Lightforce, Steve formou a banda, em 1990, o Mortification e inseriu também o death/thrash metal na área evangélica, sendo um dos pioneiros no metal cristão extremo. E com Michael Carlisle assumindo a guitarra no lugar de Cameron, em 1992, lançaram o terceiro álbum, "Scrolls of Megilloth". Considerado um clássico. Vejamos por que:

"Nocturnal" possui 6min08s de duração e abre o álbum com uma introdução, como eu poderia descrever...iih, essa é difícil. Sinistro seria a palavra adequada. Sons noturnos (como o próprio título já diz), como uivo de um lobo, sapos, grilos, bem o clima da noite. Até que a batera anuncia que vem algo por aí. E a guitarra entra com tudo, provocando um som poderoso. Uma ótima abertura, acompanhada do vocal potente de Rowe. Aliás, esse vocal é influência pra qualquer banda de death metal!
E o show noturno dá seguimento com "Terminate Damnation". Um vocal cru de Steve, num som totalmente poderoso. Mas aí você pode me questionar. Afinal, o que isso tem de cristão. E eu respondo: Pesquise as traduções das letras e você verá que não precisa cantar axé e fazer 'propaganda de crente' no Raul Gil pra ser um cristão verdadeiro!
"Eternal Lamentation" deixa pra lá aquele clima da noite e faz apenas o som pesado, extremo. Pra bater cabeça mesmo!
"Raise the Chalise" não deixa a peteca cair, mas também não tem o brilho das faixas anteriores.
"Lymphosarcoma", pra mim, se destaca pelas quebradas na bateria, aquele riff underground na guitarra. Claro, o vocal de Steve é um show à parte. Mas novamente não é como as três faixas iniciais.
Beleza, encurtando os comentários sobre os três faixas anteriores, enfim cheguei onde eu queria chegar. Quer um hino para o metal extremo? Sirva-se. "Scrolls of the Megilloth" tem todo um feeling incorpado. Guitarras distorcidas. Bateria destruidora, com pedais duplos (juro, as vezes parecem triplos!). O contra-baixo também está lá. E Steve. O mestre Steve Rowe. Influência para mim através de seus testemunhos. Essa música tem toda a pegada digna do mais alto escalão do metal extreme. Isso é metal! Porrada no estômago de Satanás! Mosh na veia! Um verdaeiro clássico!
"Death Requiem". O contra-baixo mal aparece nas bandas. Mas quando aparece geralmente faz um som legal. E no Mortification não é diferente. Aqui, Steve conduz o fio. Death underground de primeira.
"Necromanicide". Aquela sensação fria, o som noturno está de volta. Mas por pouco tempo. Porque Carlisle tem uma guitarra louca nas mãos e Steve um vocal que ressussita até morto (ok, brincadera!).
"Inflamed". Gostei do início dela com a guitarra, acompanhada do bumbo de fundo. Sabe aquelas músicas que a galera faz Mosh e tem neguinho perdendo a cabeça aqui e acolá? Pois é...
"Ancient Prophecy". Não, não é aquela banda gótica cristã. É, parecida (no nome), mas também não é aquela música do Slechtvalk. O Mortification conclui esse álbum com um épico de 11m42s. Tem um instrumental muito bom!

Sem mais delongas...

NOTA 9,5 -- [merecido]

Novidades sobre Mortification e Wonrowe Vision


2010 será um ano atarefado para Steve Rowe. O lendário vocalista austráliano esta comemorando 20 anos de sua banda principal, Mortification com 2 lançamentos, sendo um o relançamento de 20 anos do Break the Curse que sairá pela Roxx,e a coletanea 20 Years in the underground pela Nuclear Blast, ambas com lançamento previsto para 26 de fevereiro. Em um post no site oficial Steve disse que o encarte da coletanea contará com 28 paginas com várias informações sobre a banda, e em 2010 também ocorrerá o lançamento do debut do Wonrowe Vision, projeto de Steve direcionado ao metal clássico. O lançamento deverá ocorrer no mes de março, mas o provavél track list já foi divulgado:


1- The Spirit Of The Rock.
2- Mission Invincible.
3- Resident Spider.
4- Vaporizer.
5- Run In Circles.
6- The White Rock.
7- Smile Your Way Through Life.
8- I´m Not Afraid Of The Dark.
9- Wreath The Passion Of My Fire.
10- Radical Parrot.

Vamos apoiar (na medida do po$$ivel) Steve Rowe, comprando os materiais originais.

Mortification: Canal Oficial no YouTube

O Mortification tem a sua página oficial no Youtube.com page.
Confira abaixo um vídeo de alta qualidade da música "I´m Not Your Commodity":

"The Evil Addiction Destroying Machine" eleito o melhor de 2009 pelo CmFreak



O site CmFreak (disponibilizador de downloads) fez uma enquete elegendo os melhores lançamentos de Death Metal cristão de 2009. Votaram os próprios membros/usuários do portal. Confira abaixo a lista de todas as bandas e seus cds que concorreram e a porcentagem de votos que cada um recebeu:

Bandas + votadas:

1° Mortification - The Evil Addiction Destroying Machine [31.58%]
2° 7 Horns 7 Eyes - Demo [26.32%]
3° Darkness Before Dawn - King´s To You [26.32%]
4° Krig - Target: Human. Mission: Destroy. [21.05%]
5° Inevitable End - The Severed Inception [15.79%]
6° Impending Doom - The Serpent Servant [10.53%]
7° Miseration - The Mirroring Shadow [10.53%]
8° Before The Torn - Burying Saints [10.53%]
9° Rehumanize - Resident Apostasy [5.26%]
10° Sotahuuto - Vastarintaan [5.26%]
11° Hell Bovine - Tool of Satan Demo [5.26%]
12° Pesticides - Emptiness EP [5.26%]
13° The Burial - Age of Deceit [5.26%]
14° Segor - Man of God [5.26%]
15° Servants of the Immortal - Saws Of Opposal EP [5.26%]
16° Those Who Endure - Arise, Oh Sleeper [5.26

Bandas que não receberam nenhum voto:

My Ransomed Soul - My Ransomed Soul EP
The Crimson Armada – Guardians
Earth From Above - Numbered With The Transgressors
Betraying The Martyrs - The Hurt The Divine The Light EP
Dead Silence - Macabra Miseria
I Built The Cross - Bridging the Gap Between Mind And Heart
Broken Flesh - Forever in Flames
Nothing’s Sacred – John 3:16
Eternal Plague - The Lust Of A Wretch
The Few Against Many – SOT
Impaled Baphomet - I Smashed Your Head
A Hill to Die Upon – Infinite Titanic Immortal
Grave Forsaken - This Day Forth
Scourged Flesh - Welcome To The End Of The World

FONTE: Rock-White 777

[Review] Lightforce - Mystical Thieves (1989)


Qualquer um dentro do cenário do metal cristão conhece Steve Rowe e o Mortification. Mas nem todos conhecem ou já ouviram o Lightforce, a banda que deu origem ao ícone do death metal cristão.

Diferente do que você possa imaginar, a banda não soava death ou thrash metal. Pelo contrário, fazia o heavy metal tradicional, que ainda estava no seu auge.

Lightforce nasceu Victoria/Melbourne, Australia, através da seguinte formação: Steve Johnson (vocal), Cameron Hall (guitarra), Steve Rowe (baixo) e Jayson Sherlock (bateria).

Logo que o álbum inicia com "Mystical Thieves" (faixa-título), aquela nostalgia do metal clássico toma conta. Percebe-se imediatamente a influência de Judas Priest e, principalmnente, Iron Maiden (fase inicial) nos solos de guitarra.

Isso fica ainda mais audível com "City Streets", um misto de Priest com Saint. A melhor faixa do CD.

A voz de Johnson lembra a de Rob Halford, e apesar de não ser tão aguda ou rasgada, se encaixa bem no som proposto pela banda.

Vale destacar também o baixo de Steve, que rouba a cena em vários momentos. Mas sem desmerecer Cameron Hall, que proporciona os riffs e solos necessários e bem executados para um som potente e agradável.

"Crossfire" e "Metal Missionary" são outras faixas que merecem atenção. Toda energia contagiante do bom e velho heavy metal estão aqui. A segunda ainda traz um toque hard rock, que dá ainda mais corpo à música.

"Babylon" fecha o trabalho, iniciando com uma poderosa narração. A música é muito boa e remete a todas as características e referências mencionadas anteriormente.

Pra quem curte o saudoso NWBHM, é uma ótima pedida. E para quem é fã de Mortification e queria conhecer esta jóia perdida, não irá se arrepender.

NOTA 4,5/ 5


Lightforce - Mystical Thieves (1989)
Faixas:
01. Mystical Thieves
02. Crossfire
03. City Streets
04. Metal Missionary
05. Children Of Sorrow
06. Searching
07. Fast Lane
08. Babylon

Lightforce: onde tudo começou



Banda de Power/Heavy Metal Cristão de Victoria, Melbourne, Australia.

Esta banda, hoje fora de atividade, teve em sua formação original nada mais nada menos do que Steve Rowe, que ao deixar o grupo fundou o Mortification.

Vale muito a pena conhecer este grupo que faz parte da história do Metal Cristão.



Saiba tudo



Saiba mais



Veja isto





Discografia:
1986 - Blue Demo
1987 - Lightforce Demo
1987 - Battlezone
1988 - Mystical Thieves
1990 - Break the Curse Demo
1994 - The Best of Lightforce-Mortification's Beginnings
2003 - 1986 to 1989 Best of/Compilation


Battlezone
Faixas:
01. Choose To Win
02. Evil Desires
03. Reigning With The King
04. Eyes Of Destruction
05. I Won´t Conform
06. The Day Is Near
07. Battlezone



Mystical Thieves
Faixas:
01. Mystical Thieves
02. Crossfire
03. City Streets
04. Metal Missionary
05. Children Of Sorrow
06. Searching
07. Fast Lane
08. Babylon




FONTE: Sangue Arterial

Testemunho: Steve Rowe


Segue abaixo um dos mais interessantes testemunhos do meio musical, protagonizado por Steve Rowe, lider/baixista e vocalista de umas das bandas mais expressivas de Thrash/Death do chamado "Metal Extremo Cristao", vale a pena ler e entender o porque de ate hoje ele segue firme em sua jornada com banda, falando de Deus e tocando muita pesada de qualidade para todo o mundo.

”No dia 20 de setembro de 1996 eu recebi a pior notícia da minha vida. Eu tinha contraído Leucemia Linfática e fui imediatamente levado a tratamento de quimioterapia que derrotou o câncer mas começou um processo de destruição meu corpo.Era muito doloroso mas no Natal daquele ano estava em descanso e me sentia bem. Janeiro chega e eu sou chamado pelo escritório médico e me disseram que o câncer havia voltado e eu tinha 1% de chance de viver. Isso aconteceu devido a uma complicação chamada Cromossomo Positivo Philadelphia que é virtualmente impossível de se curar. Me disseram que eu precisava de um transplante de medula que me daria 25 a 40% de chance. Fui abençoado pois meu Pai tinha células idênticas às minhas e poderia ser meu doador. 70% das pessoas que precisam de um transplante não acham um doador compatível. Foi realmente um tempo de confiança em Deus e acreditando 100% que Deus tinha me curado. Eu não acredito que Deus seja instável. Eu não acreditava que ele teria me dado uma esposa, filho e uma banda maravilhosa e uma gravadora só pra me tirar depois. Fiz o transplante de medula no dia 3 de fevereiro de 1997. No dia do transplante eu escrevi a canção "Raw Is The Stonewood Temple" sentado na cama do hospital com o meu baixo Steinburger. O som feliz daquela música estava me levando para o maior teste da minha vida. Eu pensei nos famosos edifícios de 200 anos de idade que estavam agora em ruínas. Percebi que até mesmo monumentos famosos feitos de pedra e madeira maciça não duram pra sempre. Percebi que os belos monumentos ou templos que foram feitos para Deus são os mais visitados. Muitos deles estão espiritualmente mortos mas são continuamente restaurados durante os anos pois são especiais. Eles são templos. Eu me via como um templo em ruínas prestes a ser restaurado por Deus. Ele diz na Bíblia que nós temos 70 anos para viver e 80 se formos fortes. Eu queria, naquele momento, uma vida mais longa. Nas seis semanas em que fiquei no hospital depois do Transplante eu senti várias vezes que iria morrer. Eu me tornei uma carcaça viva e a dor foi indescritível. Logo depois dos médicos me informarem que o meu transplante não tinha funcionado, o primeiro milagre aconteceu. Minhas células começaram a produzir sangue. Duas semanas depois eu saí do hospital agradecendo a Deus, pois meu transplante tinha funcionado. Apesar disso, pouco tempo depois me disseram que o câncer havia retornado e eu tinha duas semanas de vida. Nesse ponto eu decidi desistir do tratamento, ir pra casa e passar esse tempo com a minha família. Duas semanas depois tive um colapso duplo e foi dito que eu tinha duas horas de vida. O médico disse que se eu vivesse nunca andaria de novo, teria sérios problemas de visão e meu organismo interno ficaria muito maltratado. Passo a passo, semana a semana Deus me ajudava a melhorar através de alimentação saudável, medicina natural, muita determinação e o poder curativo do Senhor.
Hoje, em Fevereiro de 98 eu me sinto normal de novo e não há nenhum sinal de câncer. Eu acredito que Deus me curou e que tenho uma longa vida a frente. Quando tudo morria ao meu redor, eu experimentei o Triunfo da Misericórdia. Se você quer conhecer meu grandioso Deus e o poder de cura que Ele tem, faça essa oração:

“Jesus, eu peço a você que perdoe meus pecados e me liberte do poder do mal. Eu que você seja, a partir desse momento, o Senhor da minha vida, e quero que cure meu corpo e coração. Jesus, eu acredito que você é o filho de Deus, que morreu e ressuscitou dentre os mortos como a Palavra diz. Eu te peço que me receba como seu filho e me salve. Obrigado Senhor."
Procure uma igreja de crença bíblica.”




A letra da música "Influence", resume bem o objetivo da banda Mortification:

“Influência na sua vida. Nós não queremos fama, queremos “salvação.”


Créditos: Adriano Lino(ON THE ROCK)
Fonte: Desconhecida

[Biografia] Mortification (Death Metal)


Mortification é uma banda australiana de death metal e thrash metal, formada em 1990 a partir da banda Lightforce por Steve Rowe (baixo e vocal), Cameron Hall (guitarra) e Jayson Sherlock. Tornaram-se uma das primeiras bandas de metal extremo cristã.

O INÍCIO

No final dos anos 1980, o baixista Steve Rowe tocava na banda de metal Lightforce, com sucesso em seu país. Por volta de 1990 a banda terminou, porém Steve permanecia com vontade de tocar heavy metal com uma mensagem cristã, e foi acompanhado pelo baterista Jayson Sherlock e pelo guitarrista Cameron Hall. Lançaram o trabalho demo em 1990 Break The Curse sob o nome da Lightforce, na qual Steve era vocalista. Com esse lançamento, a banda mudou musicalmente para o thrash metal, com uma influência do death metal também. Steve percebeu que a nova direção musical da banda exigia um novo nome, e então o grupo passou a se chamar Mortification. Break The Curse foi remixado e relançado em 1994 pela Nuclear Blast Records, com uma faixa bônus chamada "Butchered Mutilation".

Em 1991 lançaram o álbum Mortification. Michael Carlisle assumiu o posto de guitarrista com a saída de Cameron Hall, e os rumos musicais da banda mudaram mais uma vez. Muitas músicas da demo “Break The Curse” foram usadas no novo álbum, porém com uma pegada mais pesada. Steve também provou ser um excelente vocalista de death metal, mostrando um bom desempenho no álbum.

Em 1992, a banda assinou um contrato com a Nuclear Blast Records da Alemanha, que trabalhava com os maiores nomes do death metal. Então o Mortification lançou seu segundo álbum, Scrolls Of The Megilloth, que teve grande sucesso e é considerado um clássico no cenário do metal cristão. Uma coletânea de vídeos que continha oito trabalhos da banda também foi lançada.

A banda conquistou um novo terreno com seu lançamento de 1993 Post Momentary Afflictions. O mais notável foi o novo modo dos vocais de Steve, que funcionou muito bem. A banda também experimentou o metal industrial, que eles não tinham explorado antes. Jayson Sherlock teve sua última apresentação com a banda no Blackstump Festival '93, e a apresentação foi lançada em CD e VHS com o nome Live Planetarium. Jayson entrou para a banda Paramaecium, e o baterista passou a ser Phil Gibson.

MUDANÇAS NO SOM E CRIAÇÃO DA ROWE PRODUCTIONS

A nova formação lançou um novo álbum em 1994, Blood World. A nova direção seguida foi a do groove/thrash ao invés do death metal, e Steve passou a usar mais os gritos do que os rosnados. Apesar da grande mudança, o álbum teve grande sucesso nos Estados Unidos, mas infelizmente Phil e Michael deixaram a banda, e Steve permaneceu por si só. 1994 também foi o nascimento da gravadora de Steve, a Rowe Productions.

Juntamente com muitos amigos, Steve gravou o álbum Primitive Rhythm Machine, que foi lançado em 1995, que mistura vários estilos usados anteriormente com uma percussão tribal. Nesse ano também foi lançado a coletânea Best Of 5 Years, que reunia músicas dos trabalhos feitos anteriormente. Duas músicas de cada álbum fizeram uma boa introdução a novos fãs e mostraram as inovações da banda. Esse foi o último lançamento do Mortification pela Intense Records.

Em 1996, Steve começou sua busca por um novo baterista e um novo guitarrista. O posto de baterista foi assumido pelo amigo de longa data Keith Bannister, que se tornou cristão durante a primeira turnê do Mortification em 1990. O novo guitarrista passou a ser Lincoln Bowen. Juntos, eles gravaram o álbum EnVision EvAngeline. Esse trabalho mesclava elementos do classic metal, thrash metal e um pouco de punk em algumas músicas. A primeira faixa é um épico de mais de dezoito minutos acerca da crucificação de Jesus Cristo do ponto de vista dos anjos.

Dois trabalhos ao vivo também foram lançados: Noah sat down and listened to the Mortification live ep while having a coffee e Live Without Fear. Ao contrário de Live Planetarium, esses álbums foram gravados em pequenos locais, demonstrando o verdadeiro som da banda. O vídeo da banda EnVidion foi lançado, contendo diversos vídeoclipes e entrevistas. Nesse ano Steve também lançou o livro Minstrel.

TRAGÉDIA NA BANDA E RECUPERAÇÃO

O próximo ano seria um período de grande tragédia para o Mortification. Steve teve leucemia, o que o deixaria fora de atividade por um ano e meio. Esteve próximo da morte várias vezes, mas conseguiu vencer a doença. Isso tudo aconteceu apesar de os médicos lhe darem apenas algumas horas de vida e de um transplante de medula aparentemente fracassado.

Logo após a recuperação de Steve, o Mortification gravou e lançou Triumph of Mercy em 1998, que foi lançado pela Rowe Productions nos Estados Unidos e pela Nuclear Blast Alemanha na Europa. Esse álbum estava centrado no que Steve e a banda passaram nos dois anos anteriores. O estilo do álbum mistura o groove e o thrash.

1999 foi o ano do lançamento de Hammer of God, que assim como o trabalho anterior era uma mistura de groove e thrash. Os elementos de death haviam sido deixados pela banda, mas a mensagem permanecia a mesma. Letras com temor a Deus. Em 2000 o Mortification lançou outro álbum ao vivo, 10 Years: Live Not Dead, que reunia canções dos últimos álbuns e a nova Dead Man Walking. Foi gravado no Blackstump Festival 1999 com um som de grande qualidade. Keith Bannister deixou a banda e em seu lugar entrou o adolescente Adam Zaffarese.

PRIMEIRA TURNÊ MUNDIAL

A nova formação lançou o álbum The Silver Chord Is Severed (meu preferido!) em 2000, e a banda seguiu para a sua primeira turnê mundial. A música permanecia thrash e groove. No final do mesmo ano Lincoln Bowen deixou a banda, que ficou rachada, deixando a impressão que acabaria.

Uma coletânea das canções da banda foi lançada em 2002 no álbum 1990-2000: Power, Pain and Passion. No entanto, as coisas mudaram quando os guitarristas Jeff Lewis e Mick Jelinic entraram na banda, e em 2002 eles lançaram Relentless. A banda seguiu para um rumo um pouco mais pesado com elementos do thrash e do classic metal. A banda só teve duas apresentações com quatro membros, pois logo Jeff Lewis deixou a banda.

Em 2004 foi lançado o álbum “Brain Cleaner”, agora com o antigo baterista da banda Cybergrind, Michael Forsberg, no lugar de Adam. Esse foi o lançamento mais pesado da banda em dez anos, e um rápido thrash dominou o álbum com influências do groove e do death metal. Em 2005 Mike Forsberg deixou a banda e foi substituído por Damien Percy. Esse ano foi de muito trabalho para a banda na produção do novíssimo álbum Erasing The Goblin. Em 2007, foi lançado o mais novo álbum da banda, denominado "Live Humanitarian", disco este, ao vivo, juntamente com o DVD de mesmo nome também ao vivo.

Em 2002, em turnê pela América, o Mortification se apresentou nas cidades de São Paulo, Salvador e Goiânia, marcados pela grande presença do público cético.

2009 foi marcado pelo lançamento do novo álbum do Mortification, "The Evil Addiction Destroying Machine", um dos melhores trabalhos da banda.


DISCOGRAFIA
1990 - Break The Curse
1991 - Mortification
1992 - Scrolls of the Megilloth
1993 - Post Momentary Affliction
1993 - Live Planetarium
1994 - Blood World
1995 - Primitive Rhythm Machine
1996 - The Best of Five Years
1996 - EnVision EvAngelene
1996 - Modification - A Tribute to Steve Rowe and Mortification
1996 - Noah Sat Down & Listened to the Mortification - Live EP While Having a Coffee
1996 - Live Without Fear
1998 - Triumph of Mercy
1999 - Hammer of God
2000 - Ten Years Live Not Dead
2001 - The Silver Cord is Severed
2002 - Ten Years: 1990 - 2000 Power, Pain and Passion
2002 - Relentless
2004 - Brain Cleaner
2006 - Erasing The Globin
2007 - Live Humanitarian
2009 - The Evil Addiction Destroying Machine

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